A felicidade é como a pluma Que o vento vai levando pelo ar Voa tão leve Mas tem a vida breve Precisa que haja vento sem parar ...

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2017

Tristeza não tem fim Felicidade sim

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A felicidade é como a pluma Que o vento vai levando pelo ar Voa tão leve Mas tem a vida breve Precisa que haja vento sem parar
A felicidade do pobre parece A grande ilusão do carnaval A gente trabalha o ano inteiro Por um momento de sonho Pra fazer a fantasia De rei ou de pirata ou jardineira Pra tudo se acabar na quarta-feira
Tristeza não tem fim Felicidade sim                                                      
A felicidade é como a gota De orvalho numa pétala de flor Brilha tranqüilaDepois de leve oscilaE cai como uma lágrima de amor
A felicidade é uma coisa boaE tão delicada tambémTem flores e amoresDe todas as coresTem ninhos de passarinhosTudo de bom ela temE é por ela ser assim tão delicadaQue eu trato dela sempre muito bem
Tristeza não tem fimFelicidade sim
A minha felicidade está sonhandoNos olhos da minha namoradaÉ como esta noite, passando, passandoEm busca da madrugadaFalem baixo, por favorPra que ela acorde alegre com o diaOferecendo beijos de amor
De tudo ao meu amor serei atentoAntes, e com tal zelo, e sempre, e tantoQue mesmo em face do maior encantoDele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momentoE em seu louvor hei de espalhar meu cantoE rir meu riso e derramar meu prantoAo seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procureQuem sabe a morte, angústia de quem viveQuem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):Que não seja imortal, posto que é chamaMas que seja infinito enquanto dure.
Amo-te tanto, meu amor ... não canteO humano coração com mais verdade ...Amo-te como amigo e como amanteNuma sempre diversa realidade.
Amo-te afim, de um calmo amor prestanteE te amo além, presente na saudade.Amo-te, enfim, com grande liberdadeDentro da eternidade e a cada instante.
Amo-te como um bicho, simplesmenteDe um amor sem mistério e sem virtudeCom um desejo maciço e permanente.
E de te amar assim, muito e amiúdeÉ que um dia em teu corpo de repenteHei de morrer de amar mais do que pude.


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