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Fotografias

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Eis que em um habitat remoto, onde pouquíssimos animais conseguem chegar, foi encontrado quantidades consideráveis de plástico em anfípode...

Encontraram plástico em animais que vivem a mais de 10 mil metros abaixo da superfície do mar

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Eis que em um habitat remoto, onde pouquíssimos animais conseguem chegar, foi encontrado quantidades consideráveis de plástico em anfípodes, também conhecidos como pulga do mar, mostrando como a ação do homem possui consequências mais amplas do que se poderia imaginar. Os anfípodes são uma espécie de crustáceo e, dos 90 examinados, 65 possuíam pelo menos uma microfibra ou fragmento de plástico em suas entranhas.

plastico oceanos crustáceos 3

O estudo foi feito por pesquisadores da Royal Society Open Science e publicado na semana passada. Segundo os pesquisadores, após esta triste notícia é provável que já não haja mais ecossistemas marinhos não impactados pela poluição plástica. A equipe liderada por Alan Jamieson, ecologista marinho da Universidade Newcastle – na Inglaterra, encontrou fibras plásticas e sintéticas como náilon, polietileno e álcool polivinílico.

plastico oceanos crustáceos 2

Como tudo na cadeia alimentar está diretamente interligado, a poluição plástica nas águas profundas não é apenas um problema para os animais que lá vivem, mas também para os animais que se alimentam deles, como peixes, crustáceos e até mesmo pássaros. Microplásticos ingeridos por pequenas presas podem ter implicações para toda a cadeia alimentar marinha: “Quando os microplásticos entram na cadeia alimentar hadal, há uma possibilidade forte de que ficarão presos num ciclo perpétuo de transferência trófica”, afirmou a equipe.

plastico oceanos crustáceos 1

Foto 1: Jamieson et al / Royal Society
Fotos 2 e 3: Unsplash

Se antigamente pensávamos que somente o homo sapiens era capaz de produção de cultura fina e sofisticada, hoje é mais do que sabido que os...

Os chimpanzés têm cultura e tradições passadas de pai pra filho. E elas estão em perigo

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2019
Se antigamente pensávamos que somente o homo sapiens era capaz de produção de cultura fina e sofisticada, hoje é mais do que sabido que os chimpanzés são capazes de verdadeiras tradições, não só desenvolvidas como repassadas entre seus pares e transformadas em hábitos refinados.

Construir ferramentas para práticas como a caça e pesca e encontrar melhorias e soluções para práticas cotidianas (como beber água espremendo musgos ou utilizando folhas como suportes) estão entre as manifestações culturais registradas pelo maior estudo já realizado a respeito da cultura desses animais. O mesmo estudo, porém, aponta com gravidade que toda essa produção cultural está em perigo.

A pesquisa, publicada na revista Science, estudou ao longo de nove anos 144 comunidades de chimpanzés em 15 países do continente africano, e afirma que onde a maior presença e pressão humana na região onde vivem tais comunidades, menor é o desenvolvimento e a conservação de suas culturas.
A ação humana, portanto, está colocando em ameaça de extinção a cultura dos chimpanzés, tão importante para melhor sabermos sobre os grandes símios e também sobre nossa própria evolução. Segundo o estudo, práticas como desmatamento e construção de estradas e edifícios realizadas próximas aos animais reduzem diretamente a produção cultural de tais comunidades.
Assistir o desaparecimento de tradições elaboradas por nossos primos mais próximos, como o uso de lanças para caças, o hábito de empilhar pedras e atira-las contra árvores, técnicas de comunicação, construir camas e abrigos, e muitos outros, é permitir o desaparecimento da mais rica fonte para entendermos nós mesmos. O estudo levantou 31 hábitos dos chimpanzés, e concluiu que tais padrões se reduziam em até 88% quando a atividade humana era próxima e intensa.
A causa está não só na degradação do habitat, na escassez de recursos naturais, mas também na própria sensibilidade e no senso territorial extremos desses animais. A pesquisa defende que os animais possam viver em sítios arqueológicos em nome da manutenção de suas vidas, mas também de suas culturas.
© fotos: divulgação

  Em 1984, ao longo de cem dias entre junho e setembro, o brasileiro Amyr Klink se tornou um navegador de reconhecimento internaciona...

Francês tenta cruzar o Atlântico num barril e chega até metade do caminho

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Em 1984, ao longo de cem dias entre junho e setembro, o brasileiro Amyr Klink se tornou um navegador de reconhecimento internacional após cruzar o Oceano Atlântico Sul em um barco a remo completamente sozinho. Saindo da Namíbia, na África, Klink remou até Salvador, na Bahia, para entrar para a história como a primeira pessoa a realizar tal feito. Passados 35 anos, agora o francês Jean-Jacques Savin também está tentando entrar para a história cruzando o Atlântico. Sua missão, porém, não irá repetir o realizado pelo brasileiro nem será exatamente um feito da navegação: Savin está cruzando o oceano dentro de um barril, sem motor nem vela ou remo, levado somente pelas marés.

“Não sou capitão de um barco, mas sim passageiro do oceano. Ele me leva pra onde quiser”, escreveu Savin, em uma de suas atualizações diárias feitas pelo Facebook com o uso de internet via satélite. O francês partiu das Ilhas Canárias no dia 26 de dezembro, e já cruzou mais de 2.700 quilômetros boiando à deriva pelo oceano em uma espécie de barril preparado, como uma cápsula de material resistente, com três metros de comprimento e dois de diâmetro.
Dentro, apenas uma cama, uma pia (que utiliza água dessalinizada do mar), um fogareiro, um assento e um recipiente para guardar a comida em pó da qual se alimenta.
Há poucos dias Savin dividiu pela internet que já chegou à metade de sua travessia. “Neste ritmo, talvez eu consiga chegar em alguma ilha entre Guadalupe e Porto Rico na segunda metade de abril ou início de maio, se os ventos ajudarem e soprarem na direção certa”, postou. A verdade, porém, é que quem decidirá a duração da viagem será mesmo o oceano, já que Savin não possui nenhum controle sobre a embarcação, que foi construída por ele mesmo. Abaixo, o mapa com a posição atual de Savin.
Savin complementa sua alimentação pescando, que consome crus ou ressecados. Outra de suas tarefas é procurar navios no horizonte, já que está cruzando uma rota bastante movimentada em um barril que, de tão pequeno, muitas vezes simplesmente não consegue ser detectado pelos radares.
Além do rádio, para evitar um atropelamento ele também usa foguetes sinalizadores. Vale lembrar que o francês não é exatamente um jovem aventureiro, mas sim um senhor que completou 72 anos nos primeiros dias de sua viagem – que só terminará de fato quando o mar quiser.
© fotos: divulgação

Já encontraram plástico em animais que vivem a mais de 10 mil metros abaixo da superfície do mar, o diacho já foi consumido por TODAS a...

Sea Shepherd mostra animais sufocando com plástico para conscientizar sobre oceanos

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Já encontraram plástico em animais que vivem a mais de 10 mil metros abaixo da superfície do mar, o diacho já foi consumido por TODAS as tartarugas marinhas e pode causar a morte de diversos bichinhos. Assim como a toninha que foi resgatada em Praia Grande com o bico lacrado pelo plástico, muitos outros seres vivos sofrem com a quantidade de plástico nos oceanos.

Pensando nisso, uma nova campanha da ONG Sea Shepherd busca conscientizar as pessoas sobre o uso excessivo de plásticos ao mostrar o sofrimento que esse material causa à vida marinha. Com imagens impactantes, a ação foi criada pelas agências Tribal Worldwide São Paulo e pela DDB Guatemala.

Tartarua sufocando com uma sacola plástica. No canto da imagem aparece a frase "O plástico que você usa uma vez tortura o oceano para sempre"
O plástico que você usa uma vez tortura o oceano para sempre

Duas fotos usadas no projeto mostram uma tartaruga e uma foca sufocando após acidentalmente colocarem a cabeça em uma sacola plástica. Os pôsteres são acompanhados da frase “O plástico que você usa uma vez tortura o oceano para sempre“, o que sugere que repensemos urgentemente nossos hábitos de consumo a fim de evitar o uso de descartáveis.

Foca sufocando com uma sacola plástica. No canto da imagem aparece a frase "O plástico que você usa uma vez tortura o oceano para sempre"
O plástico que você usa uma vez tortura o oceano para sempre

Infelizmente, uma ação pequena e impensada em nossa vida diária pode causar danos enormes à natureza sem que percebamos. Nesta campanha, pretendemos remediar isso alcançando o maior número possível de pessoas, conscientizando o público para o fato de que, com passos pequenos e fáceis, podemos garantir que cenas terríveis como essa não aconteçam ”, afirma Guiga Giacomo, diretor executivo de criação da Tribal Worldwide São Paulo.

  Tentar se encaixar em padrões pré definidos e ser igual ao resto do mundo, além de ser frustração certa, é uma ilusão. Que bom que so...

Fotos que mostram que graças à genética nós somos únicos e especiais

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Tentar se encaixar em padrões pré definidos e ser igual ao resto do mundo, além de ser frustração certa, é uma ilusão. Que bom que somos todos diferentes. Cada ser é um verdadeiro universo e carrega características físicas e traços de personalidade que nos torna únicos e faz o mundo ser este lugar tão interessante.

diferenças da genética 1
Pensando nisso, o site Bored Panda fez uma compilação de fotografias de algumas diferenças que foram definidas pela genética e fizeram estas pessoas serem diferentes, incomuns e especiais. Mechas naturais, olhos de duas cores, línguas tentáculos e pessoas que nasceram com um dedo a mais, ou a menos.
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Para que querer ser igual ao resto do mundo, quando podemos ser tão diferentes? É este o ensinamento que fica!
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Fotos: Bored Panda

Especializado em paisagens urbanas, o fotógrafo Roman Robroek nasceu e passou boa parte de sua vida vivendo na Holanda, mas seu luga...

A incrível e insólita série de fotos de lugares abandonados na Itália

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Especializado em paisagens urbanas, o fotógrafo Roman Robroek nasceu e passou boa parte de sua vida vivendo na Holanda, mas seu lugar preferido no mundo já foi eleito há algum tempo: Itália. Para realizar esta incrível série de fotos, capturando lugares abandonados e afrescos perdidos em pequenos paraísos italianos, o artista viajou constantemente para o país, durante dois anos.

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Realizando uma verdadeira caça a lugares abandonados, sem pressa e apenas seguindo sua intuição, ele descobriu casas e castelos incríveis, que ganharam um ar de mistério conforme foram sendo marcados pelo abandono.
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Sofás abandonados, televisões que marcaram uma época que já não existe mais e maravilhosos afrescos que se espalhavam das paredes até o teto dão o tom desta série de fotos, que ainda não tem data para acabar.
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Fotos: Roman Robroek