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Em 2014, o governo japonês desembolsou recursos financeiros próprios para ajudar a Nigéria a combater o número crescente de casos de ...

Bill e Melinda Gates pagam dívida de R$ 245 milhões da Nigéria com Japão por tratamento de crianças

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2019


Em 2014, o governo japonês desembolsou recursos financeiros próprios para ajudar a Nigéria a combater o número crescente de casos de poliomielite (também conhecida como paralisia infantil) no país. E deu certo. A Nigéria não registrou nenhum caso da doença entre julho de 2014 e agosto de 2016, quando duas ocorrências foram reportadas. Em 2017, não houve nenhum registro da doença.

Mas como resultado desse esforço, a Nigéria passou a dever 76 milhões de dólares (mais de 245 milhões de reais), com pagamento tendo um prazo de quatro anos após o investimento, ou seja, com vencimento datado para este ano. Só que o país não possui recursos para arcar com esse problema agora.

Nigéria erradicou poliomielite no país após ajuda do Japão

Assim, Bill e Melinda Gates anunciaram que eles vão arcar com a dívida dos nigerianos com os japoneses, mostrando a importância de líderes do setor privado terem consciência social.

Bill e Melinda Gates se encontraram com a ex-ministra do Desenvolvimento da Nigéria e atual Secretária-geral Adjunto da ONU Amina Mohammed

Sendo a maior organização filantrópica particular do mundo, a Bill and Melinda Gates Foundation gasta cerca de 3 bilhões de dólares ao ano em assistência social, segundo o The Guardian, e acabar com a poliomielite é uma das grandes prioridades da companhia.

Bill and Melinda Gates Foundation gasta bilhões com assistência social ao ano

Kemi Adeosun, Ministra das Finanças da Nigéria, afirmou que o pagamento dos débitos será feito até esta terça-feira (16) em Abuja, capital do país, quando ela se encontrará com parlamentares japoneses.

Fotos: foto 1: Pixabay; foto 2: Mark Garten/UN Photo via Flickr; foto 3: Reprodução

O corpo humano é uma máquina forjada pela evolução para sobreviver. Resistente, ele é capaz de sobreviver mesmo quando órgãos vit...

7 órgãos que podemos viver sem - alguns vão surpreender você

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2019

O corpo humano é uma máquina forjada pela evolução para sobreviver. Resistente, ele é capaz de sobreviver mesmo quando órgãos vitais, como nosso próprio cérebro, são danificados e passam a funcionar em partes. Mas isso todo mundo sabe. O que talvez nem todo mundo saiba é que nosso corpo é capaz de sobreviver mesmo sem alguns órgãos que parecem bastante essenciais. Aqui está uma lista de 7 órgãos que, mesmo muito importantes, em última instância, são opcionais para nossa sobrevivência.

7. Baço


 
O baço é o maior órgão linfático do corpo humano e desempenha uma importante função imunológica, produzindo anticorpos e destruindo células velhas. Ele fica no lado esquerdo do abdômen, em direção à parte de trás do corpo, sob as costelas. Por ser um órgão muito frágil, ele é comumente removido como resultado de uma lesão – sua localização perto das costelas o torna vulnerável a traumas abdominais.

O baço é envolvido por uma cápsula parecida com papel de tecido, que facilmente rasga, permitindo que o sangue escape do baço danificado. Se este problema não é diagnosticado e tratado, pode resultar em morte.

Dentro do baço há duas cores notáveis. Uma cor vermelha escura e pequenos bolsos de branco, e elas estão vinculadas às funções do órgão. O vermelho está envolvido no armazenamento e reciclagem de glóbulos vermelhos, enquanto o branco está ligado ao armazenamento de células brancas e plaquetas.
É possível viver confortavelmente sem um baço. Isso ocorre porque o fígado também desempenha um papel na reciclagem de glóbulos vermelhos e seus componentes. Da mesma forma, outros tecidos linfóides no corpo ajudam com a função imune do baço.

6. Estômago


 
Parece loucura viver sem um estômago, mas é possível. O estômago desempenha quatro funções principais: digestão mecânica, quando ele se contrai para destruir os alimentos; digestão química, liberando ácido para ajudar a quebrar quimicamente os alimentos; e, em seguida, absorção e secreção.
Às vezes, algumas pessoas precisam ter o estômago completamente removido devido a um câncer ou um trauma. Em 2012, uma mulher britânica teve que remover seu estômago depois de ingerir um coquetel que continha nitrogênio líquido.

Quando o estômago é removido, os cirurgiões anexam o esôfago diretamente ao intestino delgado. Com uma boa recuperação, e com algumas adaptações – a quantidade de alimentos ingeridos, por exemplo, diminui, já que o espaço de armazenamento também diminuiu – as pessoas podem comer uma dieta normal, ao lado de suplementos vitamínicos, e ter uma vida saudável.

5. Órgãos reprodutores


Os órgãos reprodutores primários do sexo masculino e feminino são os testículos e os ovários, respectivamente. As pessoas ainda podem ter filhos com apenas um testículo ou um ovário em funcionamento.

Se ambos são removidos isso já não é possível, mas eles não são essenciais para a nossa sobrevivência. A remoção de um ou ambos testículos ou ovários são geralmente o resultado de câncer. Nos homens, a remoção pode ocorrer também após um trauma, muitas vezes como resultado de violência, esportes ou acidentes de trânsito.

Nas mulheres, o útero também pode ser removido. Este procedimento, chamado de histerectomia impede as mulheres de ter filhos e também interrompe o ciclo menstrual em mulheres que ainda não chegaram na menopausa.

Pesquisas sugerem que as mulheres que têm seus ovários removidos não têm uma expectativa de vida reduzida. Curiosamente, em algumas populações masculinas, a remoção de ambos os testículos pode levar a um aumento da expectativa de vida.

4. Intestino grosso


 
O intestino grosso é um tubo com quase dois metros de comprimento que possui quatro partes: ascendente, transversal, descendente e sigmóide. As principais funções são a absorção de água e o preparo das fezes, compactando-as.

Novamente, o câncer ou outras doenças podem resultar na necessidade de remover uma parte ou todo o órgão.

A maioria das pessoas recupera-se bem após esta cirurgia, embora notem uma alteração nos hábitos intestinais. Uma dieta de alimentos macios é inicialmente recomendada para ajudar o processo de cicatrização, e pode ser preciso que um compartimento seja anexado ao corpo para a coleta das fezes.

3. Vesícula biliar


 
A vesícula biliar fica sob o fígado no lado superior direito do abdômen, logo abaixo das costelas. Ele armazena a bile, um líquido constantemente produzido pelo fígado para ajudar a quebrar gorduras. Quando não é necessário na digestão, a bile é armazenada na vesícula biliar.

Quando os intestinos detectam gorduras, um hormônio é liberado fazendo com que a vesícula biliar se contraia, forçando a bile nos intestinos a ajudar a digerir a gordura. No entanto, o excesso de colesterol na bile pode formar cálculos biliares, o que pode bloquear os pequenos tubos que se movem para a bile.

Quando isso acontece, as pessoas podem precisar remover sua vesícula biliar. A cirurgia é conhecida como colecistectomia. Quando uma pessoa passa a viver sem a vesícula biliar, é obrigada a ter uma dieta livre de gorduras, já que o organismo perde a capacidade de quebrar muitas gorduras, já que, apesar do fígado continuar produzindo a bile, o organismo não tem mais onde armazená-la. Em 2015, uma mulher indiana tirou 12 mil cálculos – um recorde mundial.

2. Apêndice


O apêndice é provavelmente o órgão “removível” mais famoso. Ele é uma pequena estrutura fechada localizada na junção dos intestinos grosso e delgado.

Enquanto alguns ainda acreditam que o apêndice é um órgão vestigial, que não possui nenhuma função no corpo humano, outros especialistas apontam que ele pode ser uma espécie de “cofre” para as boas bactérias do intestino, permitindo que elas o repovoem quando necessário.


Devido à natureza fechada do apêndice, quando conteúdos intestinais entram nele, fica difícil de sair, o que pode fazer com que o apêndice inflame. Isso é chamado de apendicite. Em casos graves, o apêndice precisa ser removido cirurgicamente.

Mas só porque você teve seu apêndice retirado, não significa que ele não pode voltar a causar dor. Existem alguns casos em que o apêndice não pode ser completamente removido, e a parte que sobrou pode inflamar novamente.

As pessoas que tiveram o apêndice removido não notaram diferença em suas vidas.

1. Rins


A maioria das pessoas tem dois rins, mas você pode sobreviver com apenas um – ou mesmo nenhum (com a ajuda de diálise).

O papel dos rins é filtrar o sangue para manter a água e o equilíbrio dos eletrólitos, bem como o equilíbrio ácido-base do corpo.

Ele faz isso agindo como uma peneira, usando uma variedade de processos para manter as coisas úteis, como proteínas, células e nutrientes que o corpo precisa. Mais importante ainda, ele se livra de muitas coisas que não precisamos, deixando-as passar pela sua peneira biológica na forma de urina.

Há muitas razões pelas quais as pessoas têm que ter um rim – ou ambos os rins – removidos: condições hereditárias, danos causados ​​por drogas e álcool, infecções, etc. Se ambos os rins falharem, a pessoa precisa fazer diálise. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.

A hemodiálise usa uma máquina contendo solução de dextrose para limpar o sangue, enquanto a diálise peritoneal usa um cateter especial inserido no abdômen para permitir que a solução de dextrose seja passada para dentro e para fora manualmente. Ambos os métodos extraem as coisas que não precisamos do corpo.

Se uma pessoa é colocada em diálise, sua expectativa de vida depende de muitas coisas, incluindo o tipo de diálise, seu sexo, outras doenças que a pessoa pode ter e sua idade. Pesquisas recentes mostraram que alguém colocado em diálise aos 20 anos pode ter uma expectativa de vida de mais 16 a 18 anos, enquanto que alguém em seus 60 anos só pode viver por cinco anos com diálise. O transplante de rim é necessário para evitar a morte em casos em que a diálise já não é mais possível. [Science Alert]

Uma caminhada despretensiosa pelo bairro de Gràcia, em Barcelona, pode oferecer um encontro surpreendente: ao entrar na Calle de les...

A primeira casa de Gaudí já pode ser visitada em Barcelona

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2019



Uma caminhada despretensiosa pelo bairro de Gràcia, em Barcelona, pode oferecer um encontro surpreendente: ao entrar na Calle de les Carolines, nos deparamos com a primeira construção de Antoni Gaudí. Uma casa colorida, com estilo orgânico e influências orientais, marcas que posteriormente iriam se tornar características do trabalho do arquiteto.


Aberta para visitação este ano, a Casa Vicens soma-se às outras obras de Gaudí espalhadas pela cidade, como a Sagrada Família ou o Park Güell. Diferente das outras construções, esta foi erguida para ser uma casa de veraneio para a família de Manuel Vicens. Ela foi erguida entre 1883 e 1885 – na época, Gràcia ainda não fazia parte de Barcelona e as muralhas da cidade antiga haviam sido derrubadas há poucos anos.

A visita ao espaço é autoguiada. Cada visitante percorre os quatro pisos da construção no tempo que quiser. Em cada andar, um mediador fica disponível para explicar mais detalhes aos interessados e comentar um pouco sobre a história dos ambientes e da família que viveu ali até o ano 1899, quando a casa foi vendida para Antoni Jover após a morte de Manuel Vicens.



 



 

 


 



 






 
 
Foto em destaque: Pol Viladoms/Reprodução

Tirar selfies de forma compulsiva pode ser uma doença. Um estudo publicado pelo  International Journal of Mental Health and Addiction...

As vítimas do ‘selfitis’: Obsessão por tirar selfies é distúrbio mental, aponta estudo

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2019


Tirar selfies de forma compulsiva pode ser uma doença. Um estudo publicado pelo International Journal of Mental Health and Addiction classificou a obsessão por fazer autorretratos o tempo todo como um distúrbio mental chamado selfitis.

Janarthanan Balakrishnan, da Thiagarajar School of Management, na Índia, e Mark D. Griffiths, da Nottingham Trent University, no Reino Unido, estudaram cerca de 600 alunos universitários indianos, que estabeleceram três níveis de força da selfitis, de forma crescente.

Baseados nisso, eles criaram uma escala chamada Selfitis Behavior Scale, que se fragmenta em diversas subcategorias com indicativos das razões pelas quais as pessoas tiram selfies.

Tirar selfies compulsivamente pode ser doença

O encantamento com o ambiente, competição social, busca por atenção, mudança de humor, autoconfiança e conformismo social foram os seis fatores mais poderosos que, de acordo com a pesquisa, levam a maioria das pessoas a se registrarem com câmeras fotográficas e celulares.
A competição social também é um dos sentimentos mais poderosos em outros distúrbios, como a aposta compulsiva e o vício em videogames.

Competição social é uma das razões para as selfies compulsivas

Depois da criação das escalas, ficou constatado que, entre 400 estudantes, 34% sofriam de selfitis em um nível baixo, 40,50% em um nível intermediário, e 25,50% já em um nível crônico.


Não por acaso, quanto mais jovem o estudado, mais a potencial doença cresce. A maioria dos que apresentam quadros mais graves tem entre 16 e 25 anos.

Curiosamente, 55% das pessoas diagnosticadas não tiram lá tantas selfies assim, com apenas 1 a 4 por dia. Apenas 9% dessas pessoas tiram oito ou mais fotos. E, por incrível que pareça, 34% nunca postaram suas selfies na web.

Fotos: Pixabay

2018 já começou, mas a ONG DoSomething ainda está de olho no ano anterior. O órgão divulgou uma lista com os 20 artistas internaciona...

Com Beyoncé e Chance the Rapper, ONG divulga lista de famosos que mais fizeram caridade em 2017

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2019


2018 já começou, mas a ONG DoSomething ainda está de olho no ano anterior. O órgão divulgou uma lista com os 20 artistas internacionais que mais doaram fundos para fins beneficentes durante 2017.

O primeiro colocado foi o jovem Chance the Rapper. Em ascensão nos últimos anos, o artista doou 3,2 milhões de dólares (cerca de 10,4 milhões de reais) para escolas públicas de Chicago, cidade onde nasceu. Além disso, ele criou um fundo de incentivo a produções artísticas independentes na região.



A cantora Beyoncé, que foi a dona da primeira posição em 2016, caiu um pouco, mas ainda aparece em 5º lugar. Ela entrou na seleção por conta do BeyGood, projeto que ajudou, principalmente, as vítimas do furacão Harvey, que atingiu a região de Houston, no Texas, na metade do ano passado.



Outro que se destaca na lista é o jogador Colin Kaepernick. O atleta de futebol americano ficou conhecido por se ajoelhar durante o hino dos Estados Unidos, tradicionalmente tocado antes dos jogos da liga do esporte norte-americano, em forma de protesto contra os assassinatos de negros inocentes cometidos por policiais no país nos últimos anos.

O ato se tornou um símbolo da luta contra o racismo, especialmente por Kaepernick ter perdido o lugar na equipe do San Francisco 49ers e estar sem clube desde então, algo que muitos enxergam como um boicote por parte dos donos dos times da NFL. O atleta tem dedicado todos os seus esforços para empoderar os negros dos Estados Unidos em busca de seus direitos. Ele foi eleito pela revista GQ o cidadão do ano em 2017.



Veja a lista completa:

1º – Chance do Rapper
2º – Colin Kaepernick
3º – Ariana Grande
4º – Rihanna
5º – Beyoncé
6º – JJ Watt
7º – Kesha
8º – Yara Shahidi
9º – Zendaya
10º – Bethenny Frankel
11º – Nicki Minaj
12º – Lin Manuel Miranda
13º – Lauren Jauregui
14º – Jennifer Lopez
15º – Shawn Mendes
16º – Demi Lovato
17º – Ava DuVernay
18º – John Legend & Chrissy Teigen
19º – Miley Cyrus
20º – Bruno Mars

Fotos: foto 1: Reprodução; foto 2: Divulgação; foto 3: GQ/Divulgação

Existem vários concursos incríveis de fotografia com animais como tema, mas nenhum é tão divertido como o The Comedy Wildlife (algo ...

‘Comédia da Vida Selvagem’: Concurso premia as fotos de animais mais engraçadas de 2017

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2019


Existem vários concursos incríveis de fotografia com animais como tema, mas nenhum é tão divertido como o The Comedy Wildlife (algo como “Comédia da Vida Selvagem”).

É nada mais que uma premiação que seleciona as fotos mais engraçadas envolvendo animais, e os vencedores da edição 2017 acabam de ser divulgados. Foram mais de 3500 inscrições de 86 países, um recorde.

Paul Joynson-Hicks, cofundador do prêmio e um dos juízes, disse que o aumento do número de participantes também elevou o nível da competição. Ele explicou ainda que as fotografias são avaliadas não só pelo nível de humor, mas também pela qualidade técnica.

O vencedor de cada categoria recebeu um troféu feito por artesãos na Tanzânia e uma capa para câmera, e o grande ganhador levou ainda uma viagem com safári para o Quênia.

Vencedor geral: Tibor Kercz

 

 

 

 


Categoria Sobre a Terra: Andrea Zampatti

Categoria Sob o Mar: Troy Mayne


Categoria No Ar: Jonh Threlfall


Menções Honrosas:

Carl Henry

Jean Jacques Alcalay

Katy Laveck-Foster

Penny Palmer

Daisy Gilardini

Daniel Trim

Douglas Croft

Bence Mate

Olivier Colle

George Cathcart