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Uma garota de oito anos encontrou sem querer uma espada de 1.500 anos no lago Vidöstern, na Suécia. Saga estava com seu pai Andy V...

Garotinha encontra espada de 1.500 anos em um lago sueco

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2019

Uma garota de oito anos encontrou sem querer uma espada de 1.500 anos no lago Vidöstern, na Suécia.
Saga estava com seu pai Andy Vanecek passeando na cidade de Småland, quando sentiu algo duro e metálico na água.
A menina puxou o objeto misterioso do lago e descobriu que tinha uma alça, uma bainha e uma lâmina longa e enferrujada.
Saga pensou que se tratava de uma espada viking, mas uma análise do museu de história local revelou que o objeto era muito mais antigo.

O que sabemos

“Presume-se que a espada tenha cerca de 1.500 anos de idade”, disse Mikael Nordström, chefe de arqueologia, conservação e preservação do Museu do Condado de Jönköping, na Suécia.
Segundo Nordström, ela parece ter sido forjada no século V ou VI, enquanto a era viking começou por volta do final do século VIII.
O objeto tem cerca de 85 centímetros de comprimento e foi encontrado envolto em uma bainha feita de couro e madeira. Está notavelmente bem preservado para um pedaço de metal que presumivelmente passou mais de mil anos em um lago.

Investigações

Por enquanto, sabe-se muito pouco sobre a espada. Os pesquisadores não têm ideia de como chegou lá.
“Quando vasculhamos [lago] há algumas semanas, encontramos outro objeto pré-histórico; um broche de aproximadamente o mesmo período que a espada, o que significa – não sabemos ainda – que talvez seja um lugar de sacrifício”, sugeriu Nordström.
Uma terceira expedição ao lago produziu apenas uma moeda do século XVIII. Até agora, nenhum outro artefato pré-viking.
Quaisquer que sejam os segredos da “espada no lago”, não devemos descobri-los tão já. De acordo com o jornal The Local, Saga generosamente doou o objeto ao Museu do Condado de Jönköping, onde os especialistas trabalharão para conservá-lo por cerca de um ano antes de finalmente colocá-lo em exposição.
A investigação da área do lago Vidöstern continua.

Um americano de Michigan descobriu recentemente que a rocha de 10 quilos que serviu como peso de porta durante décadas em sua fazenda é ...

Americano descobre que seu peso de porta é na verdade um meteorito, e ele vale US$ 100.000

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2019
Um americano de Michigan descobriu recentemente que a rocha de 10 quilos que serviu como peso de porta durante décadas em sua fazenda é na verdade um meteorito que vale mais de US$ 100.000 (no câmbio atual, cerca de R$ 383 mil).
De acordo com um comunicado de imprensa da Universidade Central Michigan (EUA), o homem, que pediu para permanecer anônimo, obteve o meteorito em 1988, quando comprou uma fazenda em Edmore, no estado americano.
Quando o proprietário o levou para conhecer o galpão, o homem lhe perguntou sobre a grande rocha estranha que mantinha a porta aberta.
“Um meteorito”, disse o fazendeiro com naturalidade. Ele prosseguiu contando que na década de 1930 ele e seu pai viram a rocha cair à noite em sua propriedade, fazendo um barulho muito forte. De manhã, encontraram a cratera e a escavaram, retirando o meteorito ainda estava quente de dentro dela.

Presente valioso

O agricultor disse ao homem que, como a rocha era parte da propriedade, ele poderia ficar com ela.
Décadas depois, o americano decidiu levar a rocha para a geóloga Mona Sirbescu, da Universidade Central Michigan, inspecioná-la. A pesquisadora analisou a rocha com raios-X no início deste ano.
Sua composição, 88% de ferro e 12% de níquel, provou que se tratava mesmo de um meteorito. Um exame posterior do Instituto Smithsonian verificou a conclusão.
Uma vez que meteoritos valem de 50 centavos a 50 dólares por grama, dependendo da raridade dos elementos que contêm, o preço estimado da rocha de 10 kg do americano de Michigan é de US$ 10 por grama.
Tanto o Smithsonian quanto um outro museu de Maine estão pensando em comprar o meteorito.

Improvável

Essa história maluca significa que você também deve levar sua coleção de rochas antigas para ser verificada? Quem sabe há um meteorito potencialmente valioso entre elas.
Só que provavelmente não – Sirbescu explica que quase todas as pedras que as pessoas lhe trazem para inspeção não vieram do espaço.
fonte:via [Gizmodo]

Visão empreendedora foi tudo o que a ex-vendedora de trufas e assistente social Larissa Souza precisou para construir um negócio m...

Ex-vendedora de trufas fica milionária com negócio de lancheiras saudáveis

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2019

Visão empreendedora foi tudo o que a ex-vendedora de trufas e assistente social Larissa Souza precisou para construir um negócio milionário.
Sua trajetória no mundo dos negócios começou quando ela ainda revendia cosméticos e conheceu uma menina que fazia trufas para vender. Logo, trocou a área da beleza pela de alimentação e passou a revender os doces.
Anos depois, com duas filhas, Larissa dividia seu tempo entre as meninas e dois empregos, em Rondônia. Entre um trabalho e outro, passava em casa para preparar o lanche das crianças e, assim, permitir que elas tivessem uma alimentação balanceada.
Além da falta de tempo, ela esbarrava na falta de opções de lanches saudáveis. Foi quando decidiu conversar com outros pais para saber como eles faziam. A surpresa foi perceber que grande parte das famílias enviava lanches industrializados para seus filhos – mas Larissa estava disposta a mudar isso.
Três meses depois, ela pedia demissão de seu emprego para lançar a empresa Snack Saudável. As lancheiras das crianças eram produzidas por ela e entregues durante o intervalo da escola, sempre frescas. Embora embalados, os lanches fugiam do industrializado e traziam alimentos como frutas, sucos naturais e até bolos caseiros ou sanduíches.
Em uma semana, o negócio já havia acumulado seus primeiros 60 clientes – e o primeiro mês contou com 1.400 lanches vendidos. Após o primeiro ano de atuação, surgiu a oportunidade de expandir o modelo e transformá-lo em uma franquia.
Hoje, a Snack Saudável já conta com 29 lojas em nove estados brasileiros. O faturamento em 2017 bateu a casa de R$ 1 milhão, com um total de 70 mil lanches produzidos, mostrando que é possível sim impactar positivamente a vida das crianças e ainda lucrar com isso.
Fotos: reprodução/fonte:via

Crianças surdas têm as mesmas necessidades do que as ouvintes. E, entre essas necessidades, está a do entretenimento e da represen...

Primeiro desenho animado totalmente em Libras é lançado no Youtube

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2019

Crianças surdas têm as mesmas necessidades do que as ouvintes. E, entre essas necessidades, está a do entretenimento e da representatividade.
Uma iniciativa simples busca oferecer essa oportunidade aos pequenos que não escutam, ao lançar o primeiro desenho animado totalmente em libras no Youtube. “Min e as Mãozinhas” é uma animação voltada para crianças surdas entre três e seis anos de idade.
A ideia partiu de Paulo Henrique dos Santos, que trabalha com animação há cerca de sete anos. Ele desenvolveu o episódio piloto sem nenhum tipo de patrocínio. Lançado no dia 26 de setembro, o vídeo já conquistou mais de 500 comentários. Muitas das mensagens são agradecimentos escritos por pais e mães de crianças surdas, que se encantaram com a proposta.
Se conseguir verba, Paulo pretende lançar mais 13 episódios para a primeira temporada da produção. Para isso, lançou uma campanha de financiamento através do site Apoia.se, onde podem ser realizadas doações a partir de R$ 10.
Cada capítulo ensina cinco sinais diferentes em libras, que prometem entreter os pequenos que não escutam. Para assistir ao episódio piloto, dá o play no vídeo abaixo – e não esquece de seguir o canal da Min e as Mãozinhas no Youtube.
Fotos: Reprodução Youtube/fonte:via

Corria o ano de 1973 quando Paul McCartney decidiu que não gravaria o próximo disco do Wings, então sua banda – o histórico “Band On...

O dia em que Paul McCartney fumou o baseado mais forte de sua vida com Fela Kuti na Nigéria

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2019

Corria o ano de 1973 quando Paul McCartney decidiu que não gravaria o próximo disco do Wings, então sua banda – o histórico “Band On The Run” – em um estúdio habitual, nem em sua casa, nem em Londres. Paul decidiu que aproveitaria que sua gravadora, a EMI, tinha estúdio espalhados pelo mundo, e escolheu a mais exótica e excitante opção: as gravações aconteceriam em um estúdio em Lagos, na Nigéria.
Ao chegar no país, qual não foi sua surpresa quando viu nos jornais, que estava sendo acusado de ir ao país para roubar a música negra local. O acusador? Ninguém menos que o lendário músico, compositor, cantor e multi-instrumentista nigeriano Fela Kuti. Conforme contou em entrevista recente, foi com Fela que Paul fumou o mais forte baseado de sua vida.

Antes desse amigável e divertido encontro entre gigantes da música, porém, Paul precisou pedir licença e se explicar. Fela já era, como ainda é, uma verdadeira lenda no país, espécie de imperador da música e da cultura nigeriana, e nada podia acontecer na Nigéria sem a sua permissão – mesmo uma gravação de um ex-Beatle. Paul precisou ir até a casa de Fela que, entre suas 30 esposas e suas dezenas de seguranças, escutou as ideias e gravações que Paul iria fazer no país para compreender que ele não queria roubar sonoridade alguma – McCartney só queria mesmo um ambiente inspirador para gravar seu disco.

Os dois então tornaram-se amigos, e se frequentaram ao longo da estadia de Paul no país. Em um desses encontros, no qual juntou-se ao séquito de Fela o também mítico Ginger Baker, baterista do Cream que então vivia em Lagos, para todos juntos irem à Afrika Shrine, a boate de Fela. “Ele costumava marinar sua maconha dentro de uma garrafa de uísque”, contou Paul. “Então nós chegamos lá e eu disse [para seu grupo]: ‘Não vamos fumar essa maconha’. Era muito forte, estávamos no meio da floresta, tudo escuro”.

Paul, porém, foi de certa forma desafiado por Fela. “Estávamos lá com ele quando um dos seus amigos me ofereceu um baseado. Eu disse ‘Não, obrigado’, e ele então ofereceu ao Ginger Baker, que disse ‘Sim, claro!’”, seguiu Paul, na entrevista. “Então, Fela gritou: ‘Ginger Baker! A única pessoa que conheço que nunca recusa um baseado!’. Aí eu disse: ‘Ah, ok, eu aceito um’”. O efeito, porém, impactou até mesmo a Paul McCartney.

“Cara, eu viajei. Era muito forte. Mais forte do que qualquer coisa que eu já tinha fumado. Não sei se tinha alguma coisa na maconha”, ele disse. “Mas, ao fim, foi uma boa noite”.

De sua estadia na Nigéria o baixista dos Beatles levaria não só a amizade de Fela e esse grande encontro como como um disco brilhante e o maior sucesso de sua carreira solo: Band On The Run venderia mais de 6 milhões de cópias no mundo e se tornaria a grande afirmação da força de McCartney em carreira solo dali pra frente – e a memória do mais potente baseado de sua vida.
© fotos: reprodução /fonte via

Se o valor monetário de uma obra de arte é sempre um tanto abstrato e depende de uma porção de variáveis externas, no caso do trab...

Artista usa notas de dinheiro como telas para que sua arte viaje pelo mundo

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2019
Hypeness
Se o valor monetário de uma obra de arte é sempre um tanto abstrato e depende de uma porção de variáveis externas, no caso do trabalho de Mari Roldán Cañete o próprio suporte de suas pinturas já define um valor inicial – literalmente. A artista de Málaga, na Espanha, usa notas de Euro como tela, desenhando sobre o dinheiro. O que a levou a utilizar essa superfície, porém, não foi o valor agregado – mas sim a mobilidade que as notas naturalmente possuem.
Hoje com 23 anos, Cañete diz que tem duas paixões desde muito jovem: a pintura e a vontade de viajar. Desenhar foi hábito que manteve da infância em diante, e chegou a pensar em se tornar aeromoça só para poder conhecer o mundo todo, mas nenhum dos dois desejos efetivamente se tornou seu trabalho – até recentemente, quando teve uma epifania reveladora: se ela não podia viajar o mundo, ao menos sua arte poderia. E a melhor maneira de fazer isso acontecer seria pintando em dinheiro.
Hypeness
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Ela agora se dedica de fato à sua arte, e usa a natureza móvel do dinheiro, sempre passando de bolso em bolso para todas as partes do planeta, para que seus desenhos possam fazer as viagens que ela ainda não pode. Assim, seu trabalho chega às novas culturas e pessoas que ela sonha em conhecer.
Hypeness
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Quase sempre reproduzindo pinturas clássicas ou ícones da cultura pop na face das notas de euro e dólar, com seu talento é ela quem agrega valores maiores aos estabelecidos para cada cédula. Cañete vem começando a ser reconhecida – e assim seus dois sonhos vão efetivamente ficando cada vez mais próximos.
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© fotos: Mari Roldán Cañete /fonte via

O quarto dia da 67ª reunião da Comissão Baleeira Internacional foi recheado de tensões. Apesar do acirramento dos ânimos, é possív...

Brasil consegue acordo que garante proteção de baleias contra caça comercial

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2019
Baleia
O quarto dia da 67ª reunião da Comissão Baleeira Internacional foi recheado de tensões. Apesar do acirramento dos ânimos, é possível considerar a aprovação da Declaração de Florianópolis uma vitória para os defensores da manutenção da proibição da caça as baleias.
Com 67% dos votos, o acordo reafirma o banimento da caça comercial de baleias em águas internacionais. A declaração foi proposta pelo Brasil e contou com 40 votos favoráveis e 27 contrários. Seguiram ao lado do Brasil, Argentina, Colômbia, México, Chile, Costa Rica, Panamá e Peru. Os pró-caça Rússia e Japão, bateram o pé. Mas, pelo menos por enquanto, ficaram em desvantagem.
A Declaração de Florianópolis propõe a valorização das baleias e da própria comissão. O trato afasta a noção perpetuada ao longo do século passado de que caçar baleias poderia ser considerada uma atividade econômica como a pesca. Assim, segue em vigor o tratado assinado em 1986, permitindo apenas a caça para fins científicos e a caça aborígene – praticada por povos tradicionais em determinadas regiões.

O texto da Declaração de Florianópolis foi enfático ao defender a preservação das baleias. Entre os principais pontos está o entendimento de que a “caça comercial não é mais uma atividade econômica necessária e a caça com fins científicos não é mais uma alternativa válida para responder às questões científicas, dada a existência de abundantes métodos de pesquisa não letais.”
Ainda existem riscos de uma manobra dos países pró-caça. O comissário Deven Joseph, de Antígua e Barbuda, não aceitou a resolução proposta pelo país anfitrião, “uma resolução não vinculadora, irresponsável, anormal, inconsistente, enganosa e completamente errada. Eles podem pegar essa organização e enviá-la para o abismo para onde as baleias vão quando morrem!”, bradou durante a reunião.
A CBI confirmou ter debatido a proposta do Japão, que pretende criar um sistema que equilibre caça e preservação, que seria controlada por um Comitê Baleeiro Sustentável.
“A ciência é clara: há certas espécies de baleias cuja população é saudável o suficiente para ser colhida de forma sustentável”, declarou o comissário interino do Japão, Hideki Moronuki. O titular, Joji Morishita, é presidente da CBI. Islândia e Noruega simplesmente ignoraram a moratória.
A notícia foi recebida com alegria e alívio pelas entidades de defesa dos animais. Ao longo da semana, ONGs como o Greenpeace exerceram grande pressão nas redondezas do Costão do Santinho, onde é realizado o encontro da CIB.
Contudo, os ativistas se dizem atentos, especialmente com o forte lobby liderado pelo Japão. O Greenpeace manifestou pesar e confirmou que irá tentar de tudo para garantir a criação de um santuário de baleias na costa brasileira.
“Estamos começando a entender a importância das baleias no ecossistema, incluindo sua participação na ciclagem de nutrientes, e a valorizá-las pelo papel que desempenham ao longo de suas longas vidas, por exemplo capturando carbono e exportando-o para o fundo do oceano e sustentando a fauna de águas profundas”, escreveu no site do Greenpeace a bióloga da Universidade Leandra Gonçalves, representante do órgão na Comissão Baleeira Internacional.
O já citado Japão é um dos maiores interessados em autorizar a caça as baleias. O país asiático é acusado de oferecer dinheiro e cargos em troca de votos. Desde o final da Segunda Guerra Mundial, comer carne de baleia se tornou comum no país, entretanto nos últimos anos o número de consumidores caiu consideravelmente. Atualmente, menos 4% da população ingere carne de baleia de vez em quando.
Embora o uso do arpão esteja proibido há mais de 30 anos, Japão, Islândia e Rússia continuam caçando baleias nos oceanos e se escondendo atrás de supostos pesquisas científicas para vender sua carne. 
Fotos: Reprodução /fonte via

Não há dúvidas, ser mulher no Brasil é uma missão arriscada. Morar em dos países mais machistas do mundo é conviver diariamente co...

Uma em cada quatro mulheres é vítima de violência obstétrica no Brasil

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2019
Não há dúvidas, ser mulher no Brasil é uma missão arriscada. Morar em dos países mais machistas do mundo é conviver diariamente com todos os tipos de agressões. Entre elas está uma prática comum, mas silenciosa e que atinge cada vez mais mulheres.
Um levantamento feito pela pesquisa Mulheres Brasileiras e Gênero nos Espaços Público e Privado, comandado pela Fundação Perseu Abramo e o Sesc, aponta que uma em cada quatro mulheres já foi vítima de violência obstétrica.
Parte dos costumes de uma sociedade acostumada com métodos opressivos, ela atinge a paciente por meios e formas diversas e caracteriza-se pela apropriação do corpo e processos reprodutivos da mulher pelos profissionais da saúde. Desumanização, abuso de medicamentos, ofensas e até mesmo abusos sexuais, são tipificados como violência obstétrica.

Para jogar luz sobre o assunto, as advogadas Maria Luiza Gorga e Ana Paula Cury produziram um estudo acompanhado de um ensaio fotográfico registrando as formas de agressões obstétricas. Violência obstétrica: o que é e os direitos da parturiente mostra frases proferidas com frequência em consultórios médicos Brasil adentro.
“Cala a boca. Fica quieta senão eu vou te furar todinha”.
“Se você continuar com essa frescura, eu não vou te atender”.   
“Na hora de fazer, você gostou né?!”
Os exemplos acima fazem parte do estudo e são manifestações explícitas de casos de violência obstétrica. Entretanto, nem sempre é assim. Em muitas ocasiões, o método acontece de forma velada e travestido de supostos protocolos institucionais. O viés racial também se faz presente na história.
Entre mulheres negras, é comum ouvir relatos de médicos que recusam a aplicação de anestesias ou que realizam o exame de toque de forma dolorosa. Segundo elas, estes profissionais se valem de uma máxima racista de que a mulher negra “é mais forte”.
Cerca de 60% das mulheres vítimas de morte materna são negras. É necessário dizer que a morte materna, em 90% das situações, pode ser evitada com o atendimento correto. Em 2015, o caso de Rafaela Cristina Souza dos Santos, de 15 anos, chamou a atenção do país todo.

Mulher e negra, a adolescente acabou morrendo depois de dar à luz em uma maternidade do Rio de Janeiro. O atendimento (ou a falta dele) foi negligente, fazendo Rafaela esperar cinco horas pelos médicos. Ela foi forçada a escolher pelo parto normal e o método só foi descartado quando os médicos perceberam que Rafaela apresentava um quadro de eclampsia. Tarde demais para a cesariana.
“O espaço do cuidado e da assistência à saúde, assim como os seus profissionais, deveria garantir minimamente que as mulheres tivessem os seus riscos de adoecer e morrer reduzidos, no entanto, por conta de uma estrutura de sociedade opressora, desigual e preconceituosa, coloca a vida das mulheres em risco a cada momento que elas entram nos serviços de saúde”, afirma Emanuelle Goes – enfermeira e coordenadora do Programa de Saúde das Mulheres Negras – Odara Instituto da Mulher Negra.
Para denunciar, reúna o máximo de provas que puder, faça um Boletim de Ocorrência ou uma denúncia por escrito ao Conselho Regional de Medicina de sua cidade.
Fotos: Reprodução /fonte via

Chikayzea Flanders, de 12 anos, foi proíbido de assistir aulas na Fulham Boys School em Londres por causa de seu penteado. Adivinh...

Justiça condena escola que impediu garoto de dreads de assistir aulas

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2019
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Chikayzea Flanders, de 12 anos, foi proíbido de assistir aulas na Fulham Boys School em Londres por causa de seu penteado. Adivinhem, o jovem negro estava impedido de entrar na escola por usar dreadlocks. Racismo, a gente vê por aqui.
A discriminação racial aconteceu em setembro de 2017. Ao chegar para o primeiro dia de aula, o pequeno britânico foi informado por representantes da instituição de ensino que se não cortasse o cabelo, receberia uma suspensão.
Sua mãe, Tuesday Flandres, ficou indignada com o racismo da escola e entrou na Justiça contra a medida absurda. Ela argumentou que a exigência, além de racista, poderia ser caracterizada como um ataque à religião da família, que é rastafári. No rastafarianismo, os seguidores tradicionalmente usam dreads. Tuesday tirou o filho da Fulham Boys School.
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Como se racismo fosse defensável, o diretor da escola, Alun Ebenezer, disse que a política de aparência continuaria valendo, pois “protege o modo de atuação a instituição”.
Ele relatou também que  “20% de nossos alunas vêm de escolas privadas e convivem com 40% de alunos de classes menos favorecidas”. Segundo ele, “a política de uniforme serve para que não haja diferenciação entre os alunos”.
David Isaac, diretor da Comissão de Igualdade e Direitos Humanos ajudou a família e manifestou contentamento com a decisão judicial. “A escola reconheceu suas falhas nessa questão e concordou em revisar suas políticas”, finalizou.  
A Justiça ordenou que a Fulham Boys School pague uma indenização à Tuesday e seu filho, além de cobrir os gastos com o processo.
“Como pais, nós confiamos nas escolas e nos professores para ajudar a moldar a vida das crianças através da educação, mas eles jamais deveriam restringir expressões da sua identidade ou de suas crenças religiosas”, declarou à BBC.
Fotos: Reproduçãov /fonte via

Pior que encontrar uma aranha é encontrar milhares de aranhas, certo? Depois desses animais literalmente choverem no Peru, Panamá e Aust...

Teia de aranha gigante de 300 metros é encontrada na Grécia

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2019
Pior que encontrar uma aranha é encontrar milhares de aranhas, certo?
Depois desses animais literalmente choverem no Peru, Panamá e Austrália, a Grécia é o mais novo palco do último espetáculo de horror aracnídeo.
Condições climáticas mais quentes levaram a formação de uma teia gigante de 300 metros na cidade de Aitoliko, cobrindo uma vasta área de vegetação.
Especialistas dizem que é um fenômeno sazonal, causado por aranhas do gênero Tetragnatha, que podem construir grandes ninhos para acasalamento.

Sem perigo

De acordo com Maria Chatzaki, professora de biologia molecular e genética na Democritus University of Thrace, na Grécia, altas temperaturas, umidade e alimento suficiente (devido a um aumento na população de mosquitos) criaram as condições ideais para as aranhas se reproduzirem em grande número.
É como se elas estivessem aproveitando essas condições e fazendo uma espécie de “festa”, onde se esbaldam e se reproduzem em massa.

“Essas aranhas não são perigosas para os seres humanos e não causam danos à flora da área. Elas farão sua festa e logo morrerão”, explicou Chatzaki ao portal Newsit.gr.
fonte:via  [BBC]