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Encontrar a solução para um problema ou ver uma situação de maneira diferente causam um prazer semelhante ao orgasmo, de acordo com pesquis...

Solucionar problemas causa extremo prazer em algumas pessoas

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2019
Encontrar a solução para um problema ou ver uma situação de maneira diferente causam um prazer semelhante ao orgasmo, de acordo com pesquisadores da Universidade Drexel (EUA). Esse momento “eureka” gera uma reação de recompensa que enche algumas pessoas de prazer, sugerindo uma adaptação evolutiva que incentiva a criatividade.

O estudo, publicado recentemente na revista Neuro Image, constatou que essa resposta prazerosa seria equivalente a provar um prato delicioso, usar substâncias viciantes ou ter um orgasmo.

Como as liberação de substâncias prazerosas no cérebro motivam a reprodução de um certo comportamento, indivíduos que sentem maior recompensa tendem a se engajar mais em atividades criativas, potencialmente ao ponto de excluir outras atividades. Pesquisadores, artistas e apaixonados por quebra-cabeças conhecem bem a sensação.
“O fato de que a evolução conectou a geração de novas ideias e perspectivas ao sistema de recompensas do cérebro pode explicar a proliferação da criatividade e do avanço da ciência e da cultura”, explica o pesquisador John Kounious.

O experimento

Imagem: Wikimedia Commons
Para realizar o experimento, os participantes faziam eletroencefalograma (EEG) enquanto resolviam quebra-cabeças. A atividade consistia em reorganizar letras para encontrar palavras escondidas, o que representa formas mais complexas de solução de problemas.
O resultado prazeroso era obtido quando a pessoa tinha um insight repentino, mas não era obtido por um processo metódico de rearranjar as letras de maneira mecânica até conseguir formar a palavra.

Além disso, os participantes responderam um questionário que media a “sensibilidade à recompensa”, uma característica de personalidade que reflete se a pessoa normalmente é mais motivada pela perspectiva de ganhar uma recompensa do que pelo medo de perder algo.

Por meio de eletrodos colocados no couro cabeludo, o EGG analisa a atividade elétrica cerebral espontânea, e nesse caso identificou ondas de frequência gama associadas aos momentos “ahá!”. As pessoas mais sensíveis a recompensas apresentaram um nível mais elevado de ondas gama cerca de 0,1 s depois da primeira onda. Essa segunda explosão se originou no córtex orbitofrontal, a parte do cérebro relacionada ao sistema de recompensa.
Esse estudo sugere que a sensibilidade à recompensa pode ser medida e que esse resultado pode ajudar a identificar indivíduos com tendência a trabalhar frequentemente com a criatividade e expandir suas habilidades com o passar do tempo. [Science DirectEurekAlert!Big Think]

Um estudo que realizou teste de anticorpos em massa no condado de Santa Clara, nos EUA, relevou uma prevalência muito maior de infecções po...

Testes de anticorpos sugerem que infecções por coronavírus excedem amplamente as contagens oficiais

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2019
Um estudo que realizou teste de anticorpos em massa no condado de Santa Clara, nos EUA, relevou uma prevalência muito maior de infecções por coronavírus do que os números oficiais sugerem.

O achado também estima que o Covid-19 é menos mortal do que foi relatado até agora.

Metodologia

A pesquisa é uma entre várias sendo realizadas no mundo todo para descobrir a seroprevalência do SARS-CoV-2, o vírus que causa a Covid-19. A seroprevalência é a proporção de infecções numa determinada população medida através de exames de soro sanguíneo.

A ideia é estimar a verdadeira taxa de infecção da população mundial na ausência de testes diagnósticos em massa. A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) está conduzindo um estudo de seroprevalência, chamado de “Solidarity II”.

“Uma pesquisa de seroprevalência fornece um panorama de quem está infectado em uma população. Isso é especialmente importante para uma infecção como a causada por SARS-CoV-2, para a qual algumas pessoas não apresentam sintomas, ou apenas sintomas leves”, explicou Kanta Subbarao, virologista do Instituto de Infecção e Imunidade Peter Doherty, em Melbourne (Austrália).

A presença de anticorpos específicos para o SARS-CoV-2 revela se uma pessoa foi infectada pelo menos uma semana antes de ser testada. Essa informação, quando combinada com idade, gênero, presença de sintomas, comorbidades e status socioeconômico, pode ajudar a responder questões sobre fatores de risco e sobre o papel de crianças no espalhamento da doença, por exemplo.
Estudos de seroprevalência também podem oferecer melhores estimativas de quão mortal um vírus realmente é, através de uma medida chamada de “taxa de mortalidade por infecção”, que representa a proporção de todas as infecções, não apenas as confirmadas por testes clínicos, que resultam em morte.

O estudo

Os pesquisadores analisaram o sangue de 3.300 pessoas de Santa Clara no começo de abril, concluindo que uma a cada 66 tinha sido infectada com SARS-CoV-2.

Com base nessa informação, a equipe estimou que entre 48 e 82 mil pessoas de todos os 2 milhões de moradores do condado estiveram infectadas com o vírus naquele período. Os números oficiais para a região eram de apenas 1.000 casos.

Os cientistas também estimaram uma taxa de mortalidade por infecção para todo o país (no caso, os Estados Unidos) de 0,1 a 0,2%, ou cerca de 100 mortes a cada 48 a 82 mil infectados. Até 10 de abril, a contagem oficial de mortes em Santa Clara era de 50.

Essa taxa é menor do que a calculada por pesquisadores do Imperial College London para o Reino Unido, de 0,9%. Outro estudo do mesmo grupo estimou uma taxa mortalidade por infecção de 0,66% para a China. Por fim, uma pesquisa com dados do navio de cruzeiro Diamond Princess estimou uma taxa de mortalidade de 0,5%.

De acordo com os pesquisadores, os números variam em diferentes locais por diversas razões, incluindo idade da população e extensão da realização de testes.
Na Alemanha

Anteriormente, um estudo similar foi realizado em uma vila alemã, na qual 500 pessoas da população total de 12 mil foram testadas. Os resultados indicaram que um a cada sete tinha sido infectado.

A equipe alemã também analisou infecções ativas com testes diagnósticos, combinando os dois números para chegar a uma estimativa da taxa geral de infecção na vila de 15%.
Vale ressaltar que esse resultado pode não ser indicativo do que está acontecendo em toda a Alemanha, uma vez que essa vila passou por uma celebração de carnaval em fevereiro que se tornou um ponto importante de origem do surto.

Apesar disso, o fato de que ambos os estudos – o americano e o alemão – tenham detectado taxas muito maiores de infecção do que os números oficiais não é surpreendente, de acordo com o médico e microbiologista Peter Collignon, da Universidade Nacional Australiana em Canberra. O vírus vem se espalhando pelos EUA e pela Europa por pelo menos um mês antes da transmissão por comunidade ser detectada.

Ressalvas

Embora testes de anticorpos estejam sendo usados para estudos populacionais e comercializados em kits para testar se indivíduos tiveram a doença, especialistas alertam que a maioria não foi rigorosamente avaliada para garantir que é confiável – especialmente no que diz respeito ao número de falsos positivos que podem produzir, inflando estimativas de taxas de infecção.

O estudo de Santa Clara utilizou um kit adquirido da Premier Biotech, empresa de Minnesota (EUA), cujos dados de performance indicam dois falsos positivos para cada 371 verdadeiros negativos.

Para assegurar que um teste seja sensível o suficiente para captar apenas infecções verdadeiras, ele precisa ser avaliado em centenas de casos positivos e milhares de negativos – algo que muitos deles não foram.

Os pesquisadores de Santa Clara disseram ter avaliado a sensibilidade e a especificidade do teste de anticorpos em 37 amostras positivas iniciais e 30 controles negativos. Os testes identificaram 68% das amostras positivas e 100% das negativas, e os resultados foram ajustados para levar em conta essa performance.

Outra fonte potencial de viés no estudo de Santa Clara é que os participantes foram recrutados via rede social. Isso significa que a amostra pode incluir um número desproporcionalmente grande de pessoas que pensavam ter sido expostas ao vírus e se voluntariaram para ser testadas. Ou seja, a real prevalência do vírus pode ser muito menor, ou diferente de alguma forma. Não temos como saber devido a esse viés.

Novos dados

Os resultados da análise americana foram publicados na plataforma medRxiv. O artigo ainda não foi revisado por pares.

Outros resultados de pesquisas de seroprevalência feitas em todo o mundo, incluindo China, Austrália, Islândia, Itália, Alemanha e outras partes dos Estados Unidos, são esperados em breve. [Nature]

Cientistas de uma equipe internacional acabaram de confirmar uma nova espécie de baleia: a Berardius minimus , já conhecida pelos pesca...

Nova espécie de baleia é descoberta ao longo da costa de Hokkaido, no Japão

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2019
Cientistas de uma equipe internacional acabaram de confirmar uma nova espécie de baleia: a Berardius minimus, já conhecida pelos pescadores japoneses de Hokkaido como “Kurotsuchikujira”.
Em português, seu nome ficaria tipo “baleia-bicuda-preta-de-baird”, uma vez que é parente da Berardius bairdii ou baleia-bicuda-de-baird.
A equipe responsável pela nova classificação incluiu pesquisadores do Museu Nacional de Natureza e Ciência do Japão, da Universidade de Hokkaido, da Universidade de Iwate e do Museu Nacional de História Natural dos Estados Unidos.

Baleia-bicuda-preta

Baleias-bicudas são difíceis de estudar porque preferem águas profundas e têm capacidade de mergulhar por muito tempo. No entanto, o grupo de pesquisa “Stranding Network Hokkaido”, da Universidade de Hokkaido, conseguiu coletar seis dessas baleias ao longo da costa do mar de Okhotsk para estudá-las.
Ao notar que possuíam várias características distinguíveis da Berardius bairdii, como proporção corporal e cor, os pesquisadores assumiram que se tratava de uma nova espécie.
“Só de olhar para elas, podemos dizer que têm um tamanho de corpo notavelmente menor, bico mais curto e cor mais escura em comparação com as espécies conhecidas de Berardius“, resumiu Tadasu K. Yamada, do Museu Nacional de Natureza e Ciência.
A nova espécie é a menor conhecida do gênero (6,2 a 6,9 metros versus 10 metros da B. bairdii, por exemplo), por isso foi nomeada B. minimus.
Os cientistas também estudaram a morfologia, a osteologia e a filogenia molecular dos espécimes. Medições cranianas detalhadas e análises de DNA enfatizaram ainda mais a diferença da nova espécie em relação às demais Berardius.

Próximos passos

Apesar de terem feito progresso, os cientistas ainda precisam estudar melhor a espécie, pois há uma série de questões desconhecidas sobre a B. minimus.
“Ainda não sabemos como são as fêmeas adultas, e ainda existem muitas questões relacionadas à distribuição da espécie, por exemplo. Esperamos continuar expandindo o que sabemos sobre a B. minimus“, concluiu Takashi F. Matsuishi, da Universidade de Hokkaido.
Um artigo descrevendo a nova espécie foi publicado na revista científica Scientific Reports.fonte:via [Phys]

Cientistas da Universidade de Adelaide (Austrália) relataram um estranho caso de uma mulher australiana de 76 anos que sangrou até a ...

Mulher é picada até a morte por seu galo

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2019
Cientistas da Universidade de Adelaide (Austrália) relataram um estranho caso de uma mulher australiana de 76 anos que sangrou até a morte depois de ser repetidamente bicada por seu galo.
Ela estava coletando ovos em seu galinheiro quando um galo se tornou agressivo e começou a bicar sua perna esquerda. O problema é que ele atingiu uma grande veia varicosa.
Ao fazer a autópsia do corpo, os médicos notaram duas lacerações e concluíram que a mulher morreu de “exsanguinação” devido ao sangramento de uma de suas varizes.

Os agravamentos

Varizes são veias inchadas e torcidas logo abaixo da pele. A condição é muito comum e pode ocorrer quando as válvulas dentro das veias ficam fracas ou danificadas.
Geralmente não são prejudiciais, mas, em casos raros, podem causar complicações, incluindo sangramentos difíceis de parar – especialmente no caso de condições de saúde subjacentes. Vale notar que a australiana tinha alguns problemas de saúde, incluindo pressão alta e diabetes tipo 2.
Outro estudo de caso de 2012 publicado na revista científica BMC Research Notes relatou a morte de uma mulher de 66 anos na Grécia de sangramento devido a uma variz rompida. Os pesquisadores notaram que problemas cardíacos aumentam a probabilidade de fatalidade nestes casos.
Segundo um dos autores do novo estudo, Roger Byard, professor de patologia da Universidade de Adelaide, ataques de galos são “muito raros”, mas este caso “demonstra que mesmo animais domésticos relativamente pequenos podem causar lesões letais em indivíduos se houver vulnerabilidades vasculares específicas presentes”.
Um artigo sobre o caso foi publicado na revista científica Forensic Science, Medicine, and Pathology. fonte:via[LiveScience]

Uma paciente japonesa na faixa dos 40 anos tornou-se a primeira pessoa no mundo a ter sua córnea tratada usando células-tronco. Quem ...

Primeira paciente recebe córnea feita de células-tronco “reprogramadas”

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2019
Uma paciente japonesa na faixa dos 40 anos tornou-se a primeira pessoa no mundo a ter sua córnea tratada usando células-tronco.
Quem divulgou a notícia foi o oftalmologista envolvido no transplante, Kohki Nishida, da Universidade de Osaka (Japão), em uma coletiva de imprensa no último dia 29 de agosto. Ele afirmou que a paciente tem uma doença em que as células da córnea são perdidas. O problema torna a visão borrada e pode levar à cegueira.
Para tratar a paciente, Nishida diz que sua equipe criou uma camada de células-tronco a partir de células-tronco pluripotentes induzidas (iPS), ou seja, células de adultos que ganham pluripotência, uma característica de célula embrionária. Estas células podem se transformar em outros tipos de células, como células da córnea.
Nishida disse que a córnea da paciente permaneceu transparente e que a visão dela melhorou desde o transplante, que aconteceu no mês de julho de 2019.
Atualmente as pessoas com córneas danificadas são tratadas com tecido de doadores que morreram, mas há uma grande lista de espera no Japão.
O Japão tem sido pioneiro na melhoria do uso clínico de células iPS, que foram descobertas pelo pesquisador Shinya Yamanaka, da Universidade de Kyoto. Esta descoberta lhe rendeu o Prêmio Nobel da medicina em 2012.
Pesquisadores japoneses também têm usado as células iPS para tratar danos na coluna cervical, mal de Parkinson e outras doenças da visão. O Ministro da Saúde japonês deu autorização a Nishida para que ele experimentasse o procedimento em quatro pacientes. Ele está planejando o próximo transplante para o segundo semestre de 2019 e espera que o procedimento esteja disponível para todos os pacientes em até cinco anos. fonte:via[Nature]

Você conhece a araponga-da-amazônia? Caso a resposta seja não, apenas te aconselhamos a não chegar muito perto dela. Esse pássaro é,...

Araponga-da-amazônia: esse pássaro é tão barulhento quanto um trovão

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2019
Você conhece a araponga-da-amazônia? Caso a resposta seja não, apenas te aconselhamos a não chegar muito perto dela.
Esse pássaro é, de acordo com um novo estudo realizado por Jeffrey Podos, da Universidade de Massachusetts (EUA) e Mario Cohn-Haft, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Brasil), o mais barulhento do mundo.
O recorde anterior pertencia ao cri-crió com seus 116 decibéis, não páreos para os 125,4 decibéis da araponga, o que é mais alto que um show de rock e apenas um pouco mais baixo que um tiro. Basicamente um trovão.
O som não parece o de um trovão, pelo menos. Não que seja muito melhor: parece um robô quebrado. Ouça abaixo:

Acasalamento

Por que a tal da araponga berra tão alto? Por que outro motivo seria, se não para o objetivo maior de cada espécie viva deste planeta? Atrair fêmeas.
Não tenho a menor ideia do porquê isso funciona, no entanto – aparentemente, os machos berram cada vez mais alto quanto mais perto as fêmeas estão deles, o que é diferente do comportamento da maioria das aves, que costumam utilizar sua força vocal para longas distâncias.
Glória amada, esse truque evolutivo não colou com a espécie humana – quem iria querer um macho berrando mais alto que o vocalista do Mettalica a menos de quatro metros da sua cara?
Como bem observaram os pesquisadores, a essa distância, as arapongas fêmeas podem prejudicar sua própria audição, de forma que é um verdadeiro mistério o fato de elas permanecerem por perto.
“Enquanto assistíamos aos pássaros, tivemos a sorte de ver as fêmeas se juntarem aos machos em seus poleiros”, Podos explicou em um comunicado à imprensa. “Nesses casos, vimos que os machos cantam apenas as músicas mais altas. Além disso, eles giram dramaticamente durante essas músicas, de modo a tocar a nota final da música diretamente para as fêmeas”.
O estudo foi publicado na revista científica Current Biology. fonte:via [Cnet]

É quase inacreditável, mas aconteceu: um italiano de 101 anos sobreviveu a não uma, mas duas pandemias globais: a gripe espanhola de 1...

Homem de 101 anos que sobreviveu à gripe espanhola de 1918 também venceu o coronavírus

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2019
É quase inacreditável, mas aconteceu: um italiano de 101 anos sobreviveu a não uma, mas duas pandemias globais: a gripe espanhola de 1918 e o surto de COVID-19.
Conhecido apenas como “Senhor P”, o homem foi internado com coronavírus na semana passada no Hospital Infirmi de Rimini, uma cidade da região Emilia-Romagna da Itália.
Por sua idade avançada, os médicos temiam que o Senhor P fosse se tornar mais uma vítima dessa infecção respiratória perigosa. Felizmente, na última quarta-feira (25), ele foi dispensado do hospital e voltou para a casa com sua família.
O curioso é que o Senhor P nasceu em 1919, bem no meio da epidemia de gripe espanhola que chegou a matar cerca de 600.000 italianos. Ou seja, ele sobreviveu a não apenas uma, mas sim duas epidemias globais de doenças contagiosas, além de uma guerra mundial.

Final feliz

A vice-prefeita de Rimini, Gloria Lisi, deu uma declaração tocante ao jornal local ReminiToday sobre o caso bizarro.
“P., de Rimini, nasceu em 1919, em meio a outra pandemia mundial trágica. Ele viu tudo, fome, dor, progresso, crise e ressurreições. Uma vez ultrapassada a barreira dos 100 anos, o destino colocou esse novo desafio diante dele, invisível e terrível ao mesmo tempo. Uma esperança para o futuro se encontra no corpo de uma pessoa com mais de um século de idade, conforme as tristes crônicas dessas semanas relatam mecanicamente todos os dias um vírus que assola especialmente os idosos. O Senhor P. conseguiu sobreviver. A família o levou para casa ontem à noite, para nos ensinar que mesmo aos 101 anos de idade, o futuro ainda está por ser escrito”, declarou Lisi.

Itália lidera mortes por COVID-19

A Itália e a Espanha são casos tristes de países assolados pela recente pandemia de coronavírus.
As mortes nestes locais já ultrapassam os números chineses – de acordo com os últimos dados (até a publicação deste artigo) do mapa global desenvolvido pela Universidade de Hopkins (EUA), são 8.215 falecimentos na Itália, 4.365 na Espanha e cerca de 3.263 na China.
Infelizmente, o resto do mundo deve observar agora o que a Europa fez de “errado” para chegar a esse ponto a fim de evitar um cenário parecido, bem como aprender as melhores lições com China e Coreia do Sul que já conseguiram controlar o aparecimento de novas infecções.
Dito isto, o número de pacientes tem diminuído na Itália e a quarentena imposta ao país parece estar funcionando. Logo, a vice-prefeita Lisi pode ter razão: o futuro ainda tem uma chance de ser (re)escrito.
fonte;via [Futurism]

Joseph Schubert, especialista em entomologia e aracnologia no Museums Victoria (Austrália), descobriu oito novas espécies de aranhas-pa...

Um monte de aranhas extremamente fofas foi descoberto na Austrália

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2019
Joseph Schubert, especialista em entomologia e aracnologia no Museums Victoria (Austrália), descobriu oito novas espécies de aranhas-pavão, do gênero Maratus.
M. noggerup
Esses animais são pequenos e extremamente fofos, com seus traseiros extravagantes e suas danças encantadoras para atrair fêmeas.
Até hoje, Schubert documentou 12 novas espécies de aranhas-pavão, sendo que as adições recentes levam o número total conhecido de animais deste gênero para 85.
M. azureus

Aranhas-pavão

Aranhas-pavão são exclusivas da Austrália. Embora sejam venenosas, não representam perigo a seres humanos; apenas para as moscas e outros pequenos insetos que elas caçam.
M. spicatus
Elas pertencem à mesma família que as aranhas-saltadoras. Algumas destas espécies aracnídeas amamentam seus bebês e outras podem enfrentar presas de proporcionalmente grandes.
M. suae
“Eu descreveria as aranhas-pavão como gatinhos minúsculos, pequenos e coloridos. Elas têm suas próprias personalidades e são incrivelmente pequenas – mais ou menos do tamanho de um grão de arroz”, afirmou Schubert à Australian Broadcasting Corporation.
M. constellatus

As descobertas

Algumas das novas espécies descritas por Schubert foram descobertas por cientistas amadores que a documentaram localmente e enviaram à informação para o especialista.
M. volpei
Outras ele descobriu em visitas à campo para a Austrália Ocidental. Uma era do sul do país e outra de Victoria.
M. inaquosus
O entomologista Jurgen Otto crê que existem poucas aranhas-pavão esperando para ser descobertas na natureza agora.
“Atualmente, existem muitas pessoas procurando, principalmente fotógrafos, e encontrando as mesmas espécies. Tendo dito isto, ainda vale a pena procurar, uma ou duas ainda estarão por aí. Se novas [aranhas-pavão] aparecerem agora, tendem a ser espécies muito semelhantes às descritas anteriormente, e no futuro as pessoas podem argumentar se são realmente novas e diferentes ou variantes locais de espécies já descritas”, opinou ao Science Alert.
M. laurenae
As últimas descobertas foram publicadas em um artigo na revista científica Zootaxa. fonte:via [ScienceAlert]

Já congelou seu cabelo para vencer uma competição? Não? Bom, você pode fazer isso em um único lugar do mundo: nas piscinas do Takhini Hot ...

Concurso Anual de Cabelo Congelado: veja as fotos dos vencedores

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2019
Já congelou seu cabelo para vencer uma competição? Não? Bom, você pode fazer isso em um único lugar do mundo: nas piscinas do Takhini Hot Pools em Whitehorse, no Canadá.
O local, de águas naturalmente quentes, fica em uma temperatura absurda, de forma que tal competição é possível.
“Somos uma das únicas fontes termais acessíveis em um clima muito frio do mundo. Até a Islândia não fica fria o suficiente (máxima de menos 20 graus Celsius). Isso significa que as pessoas podem congelar facilmente os cabelos no conforto das águas termais, que são de cerca de 42 graus Celsius. Percebemos que podíamos transformar isso em um concurso. As pessoas gostam porque é exclusivo e meio louco”, explicou Andrew Umbrich, proprietário de Takhini, ao Bored Panda.

A história do concurso

O concurso acontece desde 2011, embora tenha ficado melhor a cada ano.
“Era um concurso muito pequeno, com talvez 10 inscrições por ano, até 2015, quando se tornou viral. Desde então, conseguimos mais participantes e o prêmio em dinheiro aumentou”, contou Umbrich.
Em 2015, foram cerca de 50 inscrições, e o prêmio foi de aproximadamente 150 dólares canadenses. Em 2018, o valor subiu para 750 dólares canadenses. Na última edição, de 2019/2020, foram 288 participantes concorrendo a cinco prêmios de 2.000 dólares canadenses (cerca de R$ 7.393).


As categorias foram: Melhor Cabelo Masculino, Melhor Cabelo Feminino, Melhor Grupo, Mais Criativo e Escolha do Público. Cada vencedor adquiriu ainda banhos gratuitos nas fontes termais e um passe para uma nova instalação que inaugurará este ano.
Melhor Cabelo Masculino
Melhor Cabelo Feminino
Mais Criativo
Escolha do Público
Melhor Grupo

As piscinas

As fontes de Takhini recebem cerca de 60 mil visitantes por ano. “Somos as únicas fontes termais de Yukon e estamos a apenas 28 km do centro da cidade. Nossa água é cheia de minerais: ferro, cálcio, potássio, sílica, enxofre (mas sem cheiro na água), magnésio e sódio”, afirmou o proprietário.
Pessoas com deficiências nesses minerais podem obter benefícios através da imersão nas fontes termais.
Além disso, como elas estão em uma grande piscina, as pessoas também conseguem se esticar e se exercitar na água quente, o que é bom para alongar e recuperar músculos lesionados.

O próximo

Para o próximo ano, o Concurso do Cabelo Congelado (Hair Freezing Contest) espera ter cerca de cinco patrocinadores e aumentar o prêmio em dinheiro para 5.000 dólares canadenses ou mais por categoria.
“Este ano, toda participação no concurso fez com que pacotes de macarrão instantâneo fossem doados ao banco de alimentos local e nosso segundo patrocinador também fará doações para cada entrada no concurso. Essas doações ajudarão a aumentar a participação local e o aumento do prêmio também incentivará os turistas e moradores locais a participar mais. Queremos tornar o concurso muito desejável”, concluiu Umbrich. [BoredPanda]

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Não sei você, mas eu amo amizades improváveis ou inesperadas entre animais. Como esses orangotangos e lontras que se tornaram grandes parc...

Orangotangos fazem amizade com lontras que costumam nadar pelo seu recinto no zoológico

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2019
Não sei você, mas eu amo amizades improváveis ou inesperadas entre animais. Como esses orangotangos e lontras que se tornaram grandes parceiros no zoológico Pairi Daiza, em Brugelette, na Bélgica.
Os bichinhos se conheceram quando os funcionários do local decidiram desviar o rio das lontras para passar pelo recinto dos primatas. Magicamente, um vínculo especial se formou entre as espécies.
Segundo Mathieu Goedefroy, porta-voz do Pairi Daiza, o zoológico investe no “enriquecimento” social dos seus cativeiros.
“Isso significa que a qualidade de vida dos animais é muito importante. Uma das maneiras de fazer isso (além de esconder comida, fazer quebra-cabeças, organizar jogos mentais, colocar alguns balanços ou novos troncos lá) é colocando espécies de animais que possam interagir entre si no mesmo recinto ou torná-las capazes de se ver”, explicou ao Bored Panda.

Belas amizades

No recinto dos orangotangos, vive uma família composta pelo pai, Ujian, de 24 anos, a mãe, Sari, de 15 anos, e o filho Berani, que acaba de completar 4 aninhos.
Na imagem abaixo, é possível ver Berani brincando de esconde-esconde com seus colegas asiáticos, as lontras-anãs-orientais que também vivem em Pairi Daiza.
“As lontras se escondem sob grandes troncos de árvores ou construções de madeira, e Berani, o bebê orangotango, vem procurá-las. De vez em quando elas aparecem para provocá-lo. É realmente incrível de se assistir”, conta Goedefroy.
O porta-voz destacou que, desde 2017, quando os primatas chegaram ao zoológico da Alemanha, as lontras adoram interagir com seus amigos peludos. “Torna a vida mais divertida para ambas as espécies, o que torna esse experimento um sucesso”.

A importância deste enriquecimento social

Goedefroy acrescenta que existem outras interações animais no Pairi Daiza; gorilas vivem com macacos colobos, pinguins vivem com focas, cangurus compartilham um recinto com pelicanos, esquilos vivem com morcegos, hipopótamos-pigmeus também tem a companhia de pelicanos, as girafas de avestruzes, os elefantes asiáticos de gazelas asiáticas, zebras de búfalos e assim por diante.
De acordo com o porta-voz, dois fatores são muito importantes para o bem-estar dos animais em cativeiro: o tamanho do recinto e sua qualidade.
“Isso significa que um animal – e isso é ainda mais relevante no caso de orangotangos, com os quais os humanos compartilham 97% de seu DNA – deve ser entretido, ocupado e desafiado mental, emocional e fisicamente o tempo todo”, esclarece.

Ajuda

Goedefroy disse à CNN que plantações de palmeiras em Bornéu e Sumatra ameaçam as populações de orangotangos em seus habitats.
Pensando nisso, o zoológico Pairi Daiza levantou fundos para plantar 11 mil árvores em Bornéu para restaurar uma floresta e ajudar os seus orangotangos nativos. fonte:via [BoredPanda]