10 mentiras sobre animais que as pessoas acreditam:   10. As listras da zebra não são para camuflagem   As listas das z...

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2017

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10 mentiras sobre animais que as pessoas acreditam:

 

10. As listras da zebra não são para camuflagem

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As listas das zebras de fato não parecem ter algo a ver com camuflagem, mas essa foi a explicação mais amplamente aceita sobre estes animais por um bom tempo. Agora, essa teoria foi desmistificada, embora ainda não saibamos exatamente por que as listras existem.O mito se originou porque estávamos observando zebras de nossa perspectiva de visão. Parecia fazer sentido que as cores confusas ajudassem estes animais a misturar-se com os seus arredores.

Mais tarde, pesquisadores da Universidade de Calgary e da Universidade da Califórnia em Davis descobriram que isso não se aplica aos predadores da zebra no meio selvagem. Os animais que caçam zebras, como leões e hienas, podem vê-las facilmente em quase todos os tipos de luz. Além disso, podem cheirá-las muito antes de vê-las, de modo que a camuflagem nem entra em jogo.Qual a vantagem das listras para as zebras, então? Esse é um mistério, embora haja alguma evidência de que as listras funcionam como uma salvaguarda contra a picada de moscas.

9. Piranhas não atacam ou mordem pessoas

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O simples pensamento de entrar em um rio infestado de piranhas lhe parece como uma sentença de morte? Fique tranquilo. Enquanto é verdade que esses peixes têm dentes assustadores, a crença de que atacam animais vivos, inclusive seres humanos, é em grande parte um mito.

Claro, piranhas podem te morder se quiserem, mas qualquer outro animal com dentes também pode. Não há casos conhecidos de um enxame piranha intencionalmente atacando ou matando um ser humano. Casos de mordida pontuais já ocorreram quando, por exemplo, pescadores capturaram piranhas acidentalmente em suas redes.

Apesar do que os filmes retratam, piranhas não matam mamíferos para se alimentar, porque a sua preferência consiste em cadáveres de animais já em decomposição. Mesmo em tempos desesperados nos quais as piranhas têm que matar sua comida, elas costumam predar insetos e outros peixes, e não vacas inteiras.

8. Dragões-de-komodo não matam suas presas com bactérias

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Dragões-de-komodo matam de uma forma nitidamente terrível. Eles mordem suas presas, transmitem bactérias mortais de suas bocas, e deixam a infecção fazer o seu trabalho. Será mesmo?

Não. Os dragões-de-komodo não tem um exército de bactérias perigosas para matarem por ele. Em vez disso, eles são assassinos muito mais tradicionais, usando o velho método de injetar suas presas com veneno. Suas glândulas venenosas foram descobertas por um pesquisador da Universidade de Queensland em 2009.

O homem responsável pelo mito da bactéria foi Walter Auffenberg. Ele observou vítimas do animal desenvolvendo infecções desagradáveis depois de mordidas e teorizou que o método de matar do dragão-de-komodo era através de bactérias – mas nunca testou tal hipótese.

7. Pinguins não são nada fofos

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Os pinguins não moram muito perto de nós. De longe, os vemos como criaturas adoráveis que vivem uma vida igualmente adorável em algumas das condições mais difíceis do planeta. Até mesmo a maneira de caminhar deles é fofa.

Infelizmente, erramos rude com os pinguins. Eles na verdade são criaturas horríveis que se dedicam a alguns dos atos mais depravados do reino animal.

Por exemplo, pinguins-de-adélia machos da Antártica praticam regularmente necrofilia e estupro. Isso foi documentado pela primeira vez por um cientista britânico durante uma expedição de 1910 a 1913. Ele escreveu um artigo sobre estes animais com uma seção sobre o comportamento sexual tão pervertida que não pode ser publicada. “Não parece haver nenhum crime baixo demais para estes pinguins”, disse.

Pinguins-imperador fêmeas também adoram andar fora da lei, sequestrando os filhotes de outros pinguins para compensar sua própria falta de fertilidade. Se são confrontadas, partem para a violência. Em alguns casos, até mesmo sequestram filhotes de espécies de aves completamente diferentes.

6. Porcos não gostam de sujeira e nem suam

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A expressão “suar como um porco” é muito famosa, mas 100% errônea. Os porcos sequer têm glândulas sudoríparas funcionais. É por isso que relaxam na lama para se refrescar.

Ao contrário da crença popular, os porcos são animais bastante limpos. Eles não amam sujeira. Nosso equívoco sobre sua limpeza ocorre porque vemos a maioria dos porcos em fazendas onde eles são forçados a viver no meio de suas fezes e urina. Em estado selvagem, os porcos se recusam a fazer suas necessidades ao redor da área em que vivem.

Alguns javalis até lavam seus alimentos antes de comer, algo que muitos nós não fazem.

5. Tesourinhas não colocam ovos dentro de ouvidos humanos

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Em inglês, o nome desta criatura é “earwig”. Como “ear” é orelha, muitas pessoas acreditam que tesourinhas rastejam dentro de ouvidos humanos para pôr ovos.

Isso não é verdade. Tesourinhas não têm boas asas para voar e ouvidos humanos muitas vezes são difíceis de alcançar sem isso. Além disso, esses animais são muito maternais e ficam perto de seus bebês o tempo todo durante os primeiros dias de vida, algo que seria difícil de fazer se eles estivessem dentro dos ouvidos de um ser humano aleatório.

Alguns têm sugerido que o mito nasceu devido à forma das asas traseiras das tesourinhas, que se assemelham a um ouvido humano quando dobradas de uma maneira específica. No entanto, a maioria dos cientistas não concorda com essa ideia.

4. Louva-deus nem sempre devoram seus parceiros após o acasalamento

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O louva-deus não perde nada para a viúva-negra, não é mesmo? Como o Discovery Channel nos disse claramente, o ritual de acasalamento desse animal não está completo até que a fêmea devore a cabeça do macho com o qual está acasalando.

Mas quando os biólogos decidiram testar essa crença popular, descobriram que em grande parte não era verdade. Louva-deus provavelmente comem as cabeças de seus parceiros mais frequentemente em cativeiro do que fariam em um ambiente natural.

Tais cativeiros são completamente diferentes da preferência da criatura por um espaço privado e fechado para se ter relações sexuais. Além disso, casais utilizados nas primeiras experiências estavam passando fome. Assim, ambos machos e fêmeas eram mais propensos a comer os seus parceiros.

Quando os cientistas criaram condições semelhantes à forma como louva-deus naturalmente acasalam, de 69 experimentos, apenas uma fêmea comeu o macho após o sexo. Em estado selvagem, esse animal tem sido raramente observado consumindo seus parceiros também. Acontece, mas provavelmente é uma exceção à regra.

3. Baratas não são os mais resistentes de todos os insetos

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A crença de que as baratas são as únicas criaturas capazes de sobreviver a uma aniquilação nuclear do mundo é antiga, mas não é verdadeira.

Sim, é fato que as baratas têm uma maior resistência à radiação e extinção do que outras criaturas, mas elas não são as únicas que sobreviveriam a um evento nuclear. Aliás, estudos mais recentes têm indicado que seriam os primeiros insetos a ser exterminados se grandes bombas nos atingissem.Ao que tudo indica, besouros-da-farinha são as criaturas mais prováveis de sobreviver. Muitas espécies de micróbios provavelmente também ganhariam bonito de um holocausto nuclear.

2. O macho alfa não é o que as pessoas pensam

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Quando se trata de treinamento de cães, você já deve ter ouvido falar sobre a técnica do “macho alfa”. Afirme seu domínio e deixe o cão saber quem manda, porque é assim que funciona na natureza. Tal ideia é baseada na crença de que caninos (como lobos em estado selvagem) tem um alfa, um líder dominante, que dá as cartas. Por isso, deve ser possível treinar seu animal de estimação de forma parecida.

Só que não é bem assim, e essa na verdade é uma maneira cruel de treinar seu animal de estimação.
A teoria do macho alfa é baseada em pesquisas iniciais sobre o comportamento de bando em condições não naturais. Pesquisas posteriores na natureza indicam que lobos não têm um líder masculino ditatorial, porque sua estrutura social funciona mais como uma família biológica do que como a Coreia do Norte. Mesmo em bandos de cães selvagens, os líderes são geralmente anciães mais experientes em vez de um macho alfa mandão.

1. Bichos-preguiça não dormem tanto quanto pensamos

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O bicho-preguiça dispensa apresentação. Só seu nome já fala tudo que precisamos saber sobre esse animal. Quando pesquisadores descobriram que ele dorme cerca de 16 horas por dia, só confirmou nossas suspeitas.

No entanto, tal estudo foi feito em animais em cativeiro. Quando outra equipe de investigação estudou três bicho-preguiças em seu ambiente natural, concluiu que os animais dormem na verdade durante 9,5 horas por dia. A razão para a discrepância é que os animais em cativeiro não passam pela luta diária para sobreviver que os animais selvagens enfrentam.

Preguiças são, de fato, dolorosamente lentas para se deslocar de um lugar para outro, mas sua velocidade não tem nada a ver com preguiça. Muitos outros animais são ainda mais lentos e não são chamados de preguiçosos, não é mesmo? via


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